3/27/2010

As mulheres são umas badalhocas

As mulheres são umas badalhocas. Não se trata de uma questão, de uma hipótese nem tanto uma provocação. Não se pode comprovar como facto adquirido porque nem todos os homens conhecem todas as mulheres, mas a verdade é que na hora do sexo, das imagens mentais, dos desejos e das provocações as mulheres são tão ou mais taradas que os homens. Há uma simples diferença, os homens têm a pila ao pé da boca, não no sentido literal (embora alguns gostem), mas pelo facto de que a maior parte diz aquilo que quer fazer e fazia com esta ou com aquela, enquanto as mulheres simplesmente pensam nisso.


Claro que nem todas as mulheres são badalhocas, nem todos os homens são tarados, mas às vezes há limites que se ultrapassam e há surpresas, sobretudo, como a que me aconteceu em 1998. Em pleno areal de uma praia alentejana, passeava com mais um amigo e duas amigas de verão junto ao mar. Típico cenário romantesco com quatro adolescentes bonitos excepto um franzino de 1,90m, carregado de acne e que mais tarde viria a escrever para a Maxmen. Apesar de nos passar pela cabeça constantemente que aquelas gajas eram boas e que as queriamos comer, mantivemos o nível de apaixonados, olhando o mar, esperando o pôr-do-sol. Foi quando um de nós comentou, “estas algas deixam aqui um cheiro esquisito” e uma delas responde com uma simplicidade assustadora: “é o cheiro da esporra que sai da minha co#$!”.


De repente, a imagem mental de estar a beijar aquela gaja à noite na discoteca ao som de Cramberries, transformou-se num cenário dantesco onde estava a ser sodomizado violentamente pelo diabo que me chicoteava com as tais algas. Todo o encanto que tinha por aquela miúda desapareceu, até porque na altura na adolescência os rapazes pensam que só eles são os ordinários. Claro que se soubesse o que sei hoje, os meus olhos teriam brilhado de amor por tal exclamação romântica e que evidencia que aquela rapariga gosta claramente de engolir e provavelmente ser filmada a fazê-lo. (continua... se quiserem)

3/22/2010

Na ementa

Ora os próximos espectáculos onde entra o Raminhos (e provavelmente Carlos Moura e Pedro Ribeiro) são:

24/3– Auditório Nobre da E. Superior de Ciências Empresariais – Setúbal - 22h30
31/3– Auditório Municipal - Vendas Novas – 21:30
29/4 – Cine-Teatro Castro Verde
18 e 19 de Maio – Cinema São Jorge – Lisboa – 22:00

Entretanto ainda pode surgir aí algo pelo meio.

3/15/2010

3/05/2010

Ídolos?!

Uma brincadeira feita aqui pelo Raminhos que gosta muito das figuras que estes gajos fazem.

2/25/2010

Do Pequeno dicionário da pornografia Vol. III, parte 2

No entanto, existem outras maneiras muito divertidas de ver pela última vez uma mulher. Duas dessas formas são o Cilindro de Cleveland e o Virode. Comecemos pelo Cilindro de Cleveland, que pode ser obviamente adaptado a qualquer outra localidade sendo a minha preferida o Cilindro de Fornos de Algodres.

Para os mais distraídos, o cilindro é aquela máquina que compressa, por exemplo, o alcatrão de uma estrada. Do ponto de vista sexual, também compressa mas não é o alcatrão. Curto e grosso, o Cilindro de Cleveland passa por defecar no peito do companheiro/a e, antes que este tenha sequer hipóteses de desistir da ideia, sentar-se em cima do peito e deslizar como um rolo compressor. Sim, o Cilindro de Cleveland existe mesmo e, por estas e por outras, a partir de agora, desconfie sempre que o seu companheiro disser que quer brincar aos homens das obras.

Já o Virode é algo bem mais agradável e exclusivamente aplicado por homens. Se já alguma vez se veio e se já alguma vez viu um bigode então está habilitado a experimentar um Virode. Esta é uma técnica que passa por, na altura da ejaculação, o homem fazer pontaria para o lábio superior da sua companheira criando assim um simpático bigode. Resumindo, é aquilo que muita gente já fez a beber um copo de leite… ou pelos dizia que era leite. Se há uns que só conseguem imitar o Hitler, outros metem o Artur Jorge a um canto. Que diacho! Entusiasmam-se e vão logo para o Pai Natal completo.

O reino animal, no seu todo, é uma forte componente no mundo pornográfico e a prová-lo está a tartaruga de três olhos. Qual documentário do National Geographic, a tartaruga de três olhos não está em vias de extinção nem escondida no meio dos arbustos. Para aplicar esta fantástica técnica basta, enquanto está na cama com a sua companheira, tapar-lhe todos os oríficios. Como? Ora bem, o polegar no anús, os dedos na vagina, o pénis na boca e voilá. É importante que não se engane e não tape, por exemplo, o nariz em vez da vagina, que é fantástica mas ainda não tem ligação directa aos pulmões. Depois deste terceio volume, se for um artista a sério, nesse mesmo momento consegue ainda aplicar o Virode, vestir a roupa de homens das obras e apanhar o Cilindro de Fornos de Algodres a tempo de ir jantar ao Y.

2/22/2010

Do Pequeno dicionário da pornografia Vol. III

Da tartaruga de três olhos ao Cilindro de Fornos de Algodres

Há ainda quem pense que a pornografia se baseia numa relação sexual televisionada entre homem e mulher, uma mulher e uma mulher, dois homens, dois homens e uma mulher, duas mulheres e um homem, um mulher e um cavalo e por ai adiante. Está errado. O Pequeno dicionário da pornografia veio provar que este é um mundo rico, sobretudo em fluídos.

Por isso mesmo, o terceiro volume desta obra vai levar o leitor até uma nova dimensão: a das expressões sui generis, que lhe permitirão brilhar entre os seus amigos com um vocabulário sexual acima da média e que faz o Acordo Ortográfico parecer uma coisa de professores da primária.

Comecemos por uma ida ao restaurante. Se é daqueles que tem amigos que gostam de vangloriar-se dizendo que foram jantar a um espaço chique ou a uma discoteca da moda, diga-lhes simplesmente que, enquanto eles estiveram na zona vip da discoteca W, você foi “jantar ao Y”. Mais, confidencie-lhes que no Y as entradas, prato principal e sobremesa vêm no mesmo prato. Porquê? Porque jantar no Y é, nada mais nada menos, do que sexo oral numa mulher. A única diferença para um restaurante a sério é que não tem um empregado para chamar e dizer que encontrou uma mosca no prato.

Se é fã de desenhos animados deve lembrar-se bem do pica-pau e agora pode voltar a recordar esses tempos de infância. Aliás, deve ser essa a única desculpa plausível para usar esta técnica. O pica-pau pode ser aplicado quando a mulher está carinhosamente a sugar os testículos e o homem resolve pegar no seu instrumento e começar a bater-lhe na testa. Há relatos mesmo de mulheres com a testa furada qual pinheiro do bosque. O ideal é quando estiver a fazer isto imite também o riso do pica-pau dos desenhos animados. Depois disto, provavelmente será a última vez que vai ver essa mulher, mas ficará com uma bela recordação. Se for dado à música vá fazendo uns ritmos, se a cabeça dela for oca proporcionará uns sons engraçados.

2/12/2010

Família Estranha

Para quem pensa que já se viu de tudo na net, ora aí está um site original: http://awkwardfamilyphotos.com/ Um site dedicado a fotografias familiares peculiares, estranhas ou simplesmente estúpidas. Vale a pena explorar e aqui fica um aperitivo: