12/26/2010

Resoluções de ano novo para o cidadão luso

É uma tradição do cidadão português fazer as habituais resoluções de Ano Novo, mas mais tradicional ainda é pensar em resoluções… e cumprir nenhuma. Por isso, aqui ficam um conjunto de resoluções fáceis de cumprir e à escolha do freguês. Todas são viáveis.

1- Deixar de se masturbar…na via pública. A verdade é que há muita gente que o faz. E assumindo que existe um igual número de tarados e taradas é triste ver que são raras as mulheres que se masturbam na via pública, o que não se aplica aos homens. A masturbação é um acto saudável, mas ao contrário do desporto, não deve ser feita ao ar livre. Tal como hoje há salas para fumadores também devia haver uma sala para masturbadores. Assim todos aqueles que gostam de a praticar na via pública podiam fazê-lo em conjunto e sem problemas.

2- Não espancar anões. Acredita-se que é uma tradição em algumas localidades ermas de Portugal. Há quem espanque anões para afastar os maus espíritos, para dar saúde ou simplesmente porque acha piada parecer estar a bater numa criança com barba. No entanto, os anões têm sentimentos e também não são duendes, como tal, não são os culpados pelos muitos presentes de merda do Pai Natal.

3- Não ter sexo com meias. Não se trata de ter “mesmo” sexo com as meias. Por incrível que pareça ainda existem milhares de homens que teimam em tirar toda a roupa menos as peúgas. Se numa mulher fica bem uma liga, no homem nem meia e muito menos liga! Como se não bastasse insistem em usar a peúga da raquete, simbolo internacional da azeitice.

4- Planear um golpe de Estado. Se combinar com os amigos pode ser uma coisa engraçada para se fazer em 2011. Planeie umas jantaradas e discutam maneiras suficientemente sádicas e dolororas de sodomizar aqueles elementos de estimação do Governo. O problema é que alguns políticos podem não considerar a sodomização como algo necessariamente punitivo.

5- Mudar a decoração de casa… dos vizinhos. Roube-lhes a chave e mude tudo lá dentro de forma radical como meter a sala na cozinha, a cozinha na casa-de-banho, a casa-de-banho na sala. Depois quando for convidado para lá ir aja como se estivesse tudo como sempre foi. Há vizinhos que vão chorar outros internar-se no Júlio de Matos.

6- Preocupar-se ainda mais com as opiniões dos outros. A maior parte das pessoas promete “deixar de se preocupar com as opiniões dos outros”, o que nunca consegue. Por isso, faça exactamente o contrário. Preocupe-se, confronte-os, fique a remoer durante dias e mande-os à merda também.

7- Arranjar um namorado/a e culpe-o por tudo aquilo que corre mal na sua vida. Quando a vida não está nos eixos não há nada melhor do que arranjar um culpado para tudo isso. Tem ainda a vantagem de ter sexo de reconciliação.

8- Deixar de fazer resoluções de Ano Novo. Se calhar ainda é o melhor.

12/23/2010

Melhor, mais rápido, mais longe!

Está vivo! Exactamente 7 meses e 19 dias depois, o blog/site volta ao activo melhor, mais rápido, mais longe!

AQUI vai poder encontrar textos, imagens, curiosidades e vídeos comprometedores para a minha pessoa e, sobretudo, para a minha família.

MAIS IMPORTANTE:

HÁ PRÉMIOS! Para animar a malta a visitar e recomendar este espaço de agradável rambóia teremos prémios e ofertas como t-shirts, jogos ou coisas bastante úteis relacionadas com telemóveis.

Em cima têm vários links que podem explorar e ver como as coisas estão diferentes e bonitas. Do lado direito o mail para insultos e espectáculos, bem como a agenda e os vídeos.

O agradecimento da cara nova vai para o GRANDE AMIGO HÉLIO MATEUS que vocês bem conhecem (o de caracóis com ar de nerd). A obra é toda dele.

Vamos agora todos dar as mãos e celebrar em alegria e com uma valente bebedeira este novo espaço! Deixem as vossas mensagens de apoio, opinião e essas mariquices. Ah... e Bom Natal.

5/04/2010

A filha da vizinha é melhor do que a minha

O maior azar da vida de um homem com uma forte componente de taradice não é ser apanhado a trair, a roubar, a mentir ou a roubar enquanto trai (deve haver alguém que o faça). O maior azar da vida de um homem com uma forte componente de taradice é ser pai… de uma menina.

De um momento para o outro, o homem que era franco consumidor, passa para produtor num abrir e fechar de olhos. Não há nada que me meta mais medo do que vir a ser pai de uma menina. Primeiro porque isso pressupõe que uma mulher teve coragem para ter sexo comigo e depois porque o terror pode começar logo na primeira ecografia. Tive um amigo que viveu tal momento.

No dia em que soube o sexo da criança olhou para aquele ecrã e aquilo que lhe parecia ser os grandes tomates eram, na verdade, os grandes lábios. E isso estabelece logo o ponto de partida. A primeira imagem que o homem viu da filha foi a vagina o que deixa adivinhar o que aí vem nos próximos 18 anos.

O problema é que quando se sabe que é um rapaz toda a família pode exclamar orgulhosamente: “olha… que grande pila que ele tem! Sim, senhor! Belos tomatitos da criança! Viril!”. Nunca vi ninguém com uma miúda dizer: “chiça que granda con* que a rapariga tem!” O pior é se há algum amigo que exclama: “olha sai à mãe!”.

Como se não bastasse há um conjunto de aspectos inerentes à criação de uma fêmea. Como acontece com qualquer criança, se for pai de uma miúda vou ter que lhe dar banho e lavar as suas partes intímas. Se fosse um rapaz saberia como fazer, agora a uma rapariga?! A única coisa que um homem sabe fazer está muito longe de ser “o lavar”. Depois sei lá se o sorriso e o gugu dádá que a criança faz é normal ou de felicidade? É que esses são os sons que a minha mulher faz quando estamos em momentos intímos e não quero estar a dar tais sensações a uma miúda que acaba de nascer.

4/01/2010

As mulheres são ums badalhocas (parte II)

Na actualidade, os relatos de mulheres ordinárias chegam-me quase diariamente. Histórias de arrepiar contadas muitas vezes pelas próprias em momentos de alguma embriaguez ou assim espero. Mulheres que dizem que gostavam de fazer isto com aquele e de meter a do outro não sei onde e cuspir para a boca de não sei quem. Curiosamente, estas são, muitas vezes, as mesmas que exclamam um “ordinário” quando ouvem na rua um “ò boa!”, quando na verdade um “ò boa” não contém nem um décimo da badalhoquice que ela pensou quando antes esteve no banco e se pôs a imaginar o que faria com o bancário e uma máquina de contar notas no meio das pernas.

O problema é que muitos homens não estão preparados para esta realidade, tal como eu não o estava em 1998. Por isso, quando chegam à cama e em vez de ouvirem a mulher dizer “faz amor comigo” ouvem “fod#-me meu granda cabrão, rebenta-me toda, quero meter o candeeiro na co$% enquanto cantas o hino” obviamente que aquele homem vai perder a noção espaço-temporal e achar que viajou para Nárnia ou qualquer outro mundo encantado.

É o chamado síndrome de princesa que nos leva a pensar que daquela mente não sai nada de impuro igual à mente badalhoca do homem, quando no fundo somos todos iguais. Uns gostam de dizer umas ordinarices ou filmar, outros de meter manteiga de amendoim e cães e há quem simplesmente aprecie a posição de missionário sosssegaditos… mas vestidos de padre e freira.
Por exemplo, a minha mulher gosta de tudo à bruta. Que me dispa à bruta, que abra a cama à bruta só não gosta que logo a seguir adormeça à bruta.

3/27/2010

As mulheres são umas badalhocas

As mulheres são umas badalhocas. Não se trata de uma questão, de uma hipótese nem tanto uma provocação. Não se pode comprovar como facto adquirido porque nem todos os homens conhecem todas as mulheres, mas a verdade é que na hora do sexo, das imagens mentais, dos desejos e das provocações as mulheres são tão ou mais taradas que os homens. Há uma simples diferença, os homens têm a pila ao pé da boca, não no sentido literal (embora alguns gostem), mas pelo facto de que a maior parte diz aquilo que quer fazer e fazia com esta ou com aquela, enquanto as mulheres simplesmente pensam nisso.


Claro que nem todas as mulheres são badalhocas, nem todos os homens são tarados, mas às vezes há limites que se ultrapassam e há surpresas, sobretudo, como a que me aconteceu em 1998. Em pleno areal de uma praia alentejana, passeava com mais um amigo e duas amigas de verão junto ao mar. Típico cenário romantesco com quatro adolescentes bonitos excepto um franzino de 1,90m, carregado de acne e que mais tarde viria a escrever para a Maxmen. Apesar de nos passar pela cabeça constantemente que aquelas gajas eram boas e que as queriamos comer, mantivemos o nível de apaixonados, olhando o mar, esperando o pôr-do-sol. Foi quando um de nós comentou, “estas algas deixam aqui um cheiro esquisito” e uma delas responde com uma simplicidade assustadora: “é o cheiro da esporra que sai da minha co#$!”.


De repente, a imagem mental de estar a beijar aquela gaja à noite na discoteca ao som de Cramberries, transformou-se num cenário dantesco onde estava a ser sodomizado violentamente pelo diabo que me chicoteava com as tais algas. Todo o encanto que tinha por aquela miúda desapareceu, até porque na altura na adolescência os rapazes pensam que só eles são os ordinários. Claro que se soubesse o que sei hoje, os meus olhos teriam brilhado de amor por tal exclamação romântica e que evidencia que aquela rapariga gosta claramente de engolir e provavelmente ser filmada a fazê-lo. (continua... se quiserem)

3/22/2010

Na ementa

Ora os próximos espectáculos onde entra o Raminhos (e provavelmente Carlos Moura e Pedro Ribeiro) são:

24/3– Auditório Nobre da E. Superior de Ciências Empresariais – Setúbal - 22h30
31/3– Auditório Municipal - Vendas Novas – 21:30
29/4 – Cine-Teatro Castro Verde
18 e 19 de Maio – Cinema São Jorge – Lisboa – 22:00

Entretanto ainda pode surgir aí algo pelo meio.

3/15/2010