Está vivo! Exactamente 7 meses e 19 dias depois, o blog/site volta ao activo melhor, mais rápido, mais longe!
AQUI vai poder encontrar textos, imagens, curiosidades e vídeos comprometedores para a minha pessoa e, sobretudo, para a minha família.
MAIS IMPORTANTE:
HÁ PRÉMIOS! Para animar a malta a visitar e recomendar este espaço de agradável rambóia teremos prémios e ofertas como t-shirts, jogos ou coisas bastante úteis relacionadas com telemóveis.
Em cima têm vários links que podem explorar e ver como as coisas estão diferentes e bonitas. Do lado direito o mail para insultos e espectáculos, bem como a agenda e os vídeos.
O agradecimento da cara nova vai para o GRANDE AMIGO HÉLIO MATEUS que vocês bem conhecem (o de caracóis com ar de nerd). A obra é toda dele.
Vamos agora todos dar as mãos e celebrar em alegria e com uma valente bebedeira este novo espaço! Deixem as vossas mensagens de apoio, opinião e essas mariquices. Ah... e Bom Natal.
O maior azar da vida de um homem com uma forte componente de taradice não é ser apanhado a trair, a roubar, a mentir ou a roubar enquanto trai (deve haver alguém que o faça).O maior azar da vida de um homem com uma forte componente de taradice é ser pai… de uma menina.
De um momento para o outro, o homem que era franco consumidor, passa para produtor num abrir e fechar de olhos. Não há nada que me meta mais medo do que vir a ser pai de uma menina. Primeiro porque isso pressupõe que uma mulher teve coragem para ter sexo comigo e depois porque o terror pode começar logo na primeira ecografia. Tive um amigo que viveu tal momento.
No dia em que soube o sexo da criança olhou para aquele ecrã e aquilo que lhe parecia ser os grandes tomates eram, na verdade, os grandes lábios. E isso estabelece logo o ponto de partida. A primeira imagem que o homem viu da filha foi a vagina o que deixa adivinhar o que aí vem nos próximos 18 anos.
O problema é que quando se sabe que é um rapaz toda a família pode exclamar orgulhosamente: “olha… que grande pila que ele tem! Sim, senhor! Belos tomatitos da criança! Viril!”. Nunca vi ninguém com uma miúda dizer: “chiça que granda con* que a rapariga tem!” O pior é se há algum amigo que exclama: “olha sai à mãe!”.
Como se não bastasse há um conjunto de aspectos inerentes à criação de uma fêmea. Como acontece com qualquer criança, se for pai de uma miúda vou ter que lhe dar banho e lavar as suas partes intímas. Se fosse um rapaz saberia como fazer, agora a uma rapariga?! A única coisa que um homem sabe fazer está muito longe de ser “o lavar”. Depois sei lá se o sorriso e o gugu dádá que a criança faz é normal ou de felicidade? É que esses são os sons que a minha mulher faz quando estamos em momentos intímos e não quero estar a dar tais sensações a uma miúda que acaba de nascer.
Na actualidade, os relatos de mulheres ordinárias chegam-me quase diariamente. Histórias de arrepiar contadas muitas vezes pelas próprias em momentos de alguma embriaguez ou assim espero. Mulheres que dizem que gostavam de fazer isto com aquele e de meter a do outro não sei onde e cuspir para a boca de não sei quem. Curiosamente, estas são, muitas vezes, as mesmas que exclamam um “ordinário” quando ouvem na rua um “ò boa!”, quando na verdade um “ò boa” não contém nem um décimo da badalhoquice que ela pensou quando antes esteve no banco e se pôs a imaginar o que faria com o bancário e uma máquina de contar notas no meio das pernas.
O problema é que muitos homens não estão preparados para esta realidade, tal como eu não o estava em 1998. Por isso, quando chegam à cama e em vez de ouvirem a mulher dizer “faz amor comigo” ouvem “fod#-me meu granda cabrão, rebenta-me toda, quero meter o candeeiro na co$% enquanto cantas o hino” obviamente que aquele homem vai perder a noção espaço-temporal e achar que viajou para Nárnia ou qualquer outro mundo encantado.
É o chamado síndrome de princesa que nos leva a pensar que daquela mente não sai nada de impuro igual à mente badalhoca do homem, quando no fundo somos todos iguais. Uns gostam de dizer umas ordinarices ou filmar, outros de meter manteiga de amendoim e cães e há quem simplesmente aprecie a posição de missionário sosssegaditos… mas vestidos de padre e freira. Por exemplo, a minha mulher gosta de tudo à bruta. Que me dispa à bruta, que abra a cama à bruta só não gosta que logo a seguir adormeça à bruta.
As mulheres são umas badalhocas. Não se trata de uma questão, de uma hipótese nem tanto uma provocação. Não se pode comprovar como facto adquirido porque nem todos os homens conhecem todas as mulheres, mas a verdade é que na hora do sexo, das imagens mentais, dos desejos e das provocações as mulheres são tão ou mais taradas que os homens. Há uma simples diferença, os homens têm a pila ao pé da boca, não no sentido literal (embora alguns gostem), mas pelo facto de que a maior parte diz aquilo que quer fazer e fazia com esta ou com aquela, enquanto as mulheres simplesmente pensam nisso.
Claro que nem todas as mulheres são badalhocas, nem todos os homens são tarados, mas às vezes há limites que se ultrapassam e há surpresas, sobretudo, como a que me aconteceu em 1998. Em pleno areal de uma praia alentejana, passeava com mais um amigo e duas amigas de verão junto ao mar. Típico cenário romantesco com quatro adolescentes bonitos excepto um franzino de 1,90m, carregado de acne e que mais tarde viria a escrever para a Maxmen. Apesar de nos passar pela cabeça constantemente que aquelas gajas eram boas e que as queriamos comer, mantivemos o nível de apaixonados, olhando o mar, esperando o pôr-do-sol. Foi quando um de nós comentou, “estas algas deixam aqui um cheiro esquisito” e uma delas responde com uma simplicidade assustadora: “é o cheiro da esporra que sai da minha co#$!”.
De repente, a imagem mental de estar a beijar aquela gaja à noite na discoteca ao som de Cramberries, transformou-se num cenário dantesco onde estava a ser sodomizado violentamente pelo diabo que me chicoteava com as tais algas. Todo o encanto que tinha por aquela miúda desapareceu, até porque na altura na adolescência os rapazes pensam que só eles são os ordinários. Claro que se soubesse o que sei hoje, os meus olhos teriam brilhado de amor por tal exclamação romântica e que evidencia que aquela rapariga gosta claramente de engolir e provavelmente ser filmada a fazê-lo. (continua... se quiserem)
Ora os próximos espectáculos onde entra o Raminhos (e provavelmente Carlos Moura e Pedro Ribeiro) são:
24/3– Auditório Nobre da E. Superior de Ciências Empresariais – Setúbal - 22h30 31/3– Auditório Municipal - Vendas Novas – 21:30 29/4 – Cine-Teatro Castro Verde 18 e 19 de Maio – Cinema São Jorge – Lisboa – 22:00
No entanto, existem outras maneiras muito divertidas de ver pela última vez uma mulher. Duas dessas formas são o Cilindro de Cleveland e o Virode. Comecemos pelo Cilindro de Cleveland, que pode ser obviamente adaptado a qualquer outra localidade sendo a minha preferida o Cilindro de Fornos de Algodres.
Para os mais distraídos, o cilindro é aquela máquina que compressa, por exemplo, o alcatrão de uma estrada. Do ponto de vista sexual, também compressa mas não é o alcatrão. Curto e grosso, o Cilindro de Cleveland passa por defecar no peito do companheiro/a e, antes que este tenha sequer hipóteses de desistir da ideia, sentar-se em cima do peito e deslizar como um rolo compressor. Sim, o Cilindro de Cleveland existe mesmo e, por estas e por outras, a partir de agora, desconfie sempre que o seu companheiro disser que quer brincar aos homens das obras.
Já o Virode é algo bem mais agradável e exclusivamente aplicado por homens. Se já alguma vez se veio e se já alguma vez viu um bigode então está habilitado a experimentar um Virode. Esta é uma técnica que passa por, na altura da ejaculação, o homem fazer pontaria para o lábio superior da sua companheira criando assim um simpático bigode. Resumindo, é aquilo que muita gente já fez a beber um copo de leite… ou pelos dizia que era leite. Se há uns que só conseguem imitar o Hitler, outros metem o Artur Jorge a um canto. Que diacho! Entusiasmam-se e vão logo para o Pai Natal completo.
O reino animal, no seu todo, é uma forte componente no mundo pornográfico e a prová-lo está a tartaruga de três olhos. Qual documentário do National Geographic, a tartaruga de três olhos não está em vias de extinção nem escondida no meio dos arbustos. Para aplicar esta fantástica técnica basta, enquanto está na cama com a sua companheira, tapar-lhe todos os oríficios. Como? Ora bem, o polegar no anús, os dedos na vagina, o pénis na boca e voilá. É importante que não se engane e não tape, por exemplo, o nariz em vez da vagina, que é fantástica mas ainda não tem ligação directa aos pulmões. Depois deste terceio volume, se for um artista a sério, nesse mesmo momento consegue ainda aplicar o Virode, vestir a roupa de homens das obras e apanhar o Cilindro de Fornos de Algodres a tempo de ir jantar ao Y.
Da tartaruga de três olhos ao Cilindro de Fornos de Algodres
Há ainda quem pense que a pornografia se baseia numa relação sexual televisionada entre homem e mulher, uma mulher e uma mulher, dois homens, dois homens e uma mulher, duas mulheres e um homem, um mulher e um cavalo e por ai adiante. Está errado. O Pequeno dicionário da pornografia veio provar que este é um mundo rico, sobretudo em fluídos.
Por isso mesmo, o terceiro volume desta obra vai levar o leitor até uma nova dimensão: a das expressões sui generis, que lhe permitirão brilhar entre os seus amigos com um vocabulário sexual acima da média e que faz o Acordo Ortográfico parecer uma coisa de professores da primária.
Comecemos por uma ida ao restaurante. Se é daqueles que tem amigos que gostam de vangloriar-se dizendo que foram jantar a um espaço chique ou a uma discoteca da moda, diga-lhes simplesmente que, enquanto eles estiveram na zona vip da discoteca W, você foi “jantar ao Y”. Mais, confidencie-lhes que no Y as entradas, prato principal e sobremesa vêm no mesmo prato. Porquê? Porque jantar no Y é, nada mais nada menos, do que sexo oral numa mulher. A única diferença para um restaurante a sério é que não tem um empregado para chamar e dizer que encontrou uma mosca no prato.
Se é fã de desenhos animados deve lembrar-se bem do pica-pau e agora pode voltar a recordar esses tempos de infância. Aliás, deve ser essa a única desculpa plausível para usar esta técnica. O pica-pau pode ser aplicado quando a mulher está carinhosamente a sugar os testículos e o homem resolve pegar no seu instrumento e começar a bater-lhe na testa. Há relatos mesmo de mulheres com a testa furada qual pinheiro do bosque. O ideal é quando estiver a fazer isto imite também o riso do pica-pau dos desenhos animados. Depois disto, provavelmente será a última vez que vai ver essa mulher, mas ficará com uma bela recordação. Se for dado à música vá fazendo uns ritmos, se a cabeça dela for oca proporcionará uns sons engraçados.
Para quem pensa que já se viu de tudo na net, ora aí está um site original: http://awkwardfamilyphotos.com/ Um site dedicado a fotografias familiares peculiares, estranhas ou simplesmente estúpidas. Vale a pena explorar e aqui fica um aperitivo:
Com pouco tempo para andar por aqui, mas ainda assim vale a pena referir a nova aventura de um amigo arquitecto que abriu um atelier, de seu nome Largo (nos Açores), e que usa uma imagem sui generis.
Dias 5 e 6 de Fevereiro no Auditório da Biblioteca Orlando Ribeiro, em Telheiras, pelas 21h30. Os bilhetes custam apenas 8 euros e é melhor reservar através do reservastrupedeelite@gmail.com ou no local. Já actualizo ali a agenda que já há mais datas!
Os Pomplamoose são Nataly Dawn e Jack Conte. Dois músicos que compõem e adaptam a música em várias layers ou canais de gravação como podem perceber pelo vídeo. E o resultado é este... entre outros:
Depois do sucesso e muitos pedidos para que continue o movimento de iluminação de mentes e elevação de outras coisas, eis que surge o segundo volume do pequeno dicionário de pornografia.
Aproveitando o rescaldo da época natalícia e aproximando-se a passos largos a Páscoa, nada melhor do que abordar um conjunto de expressões cremosas que podem melhorar a vida sexual de muitos portugueses e causar extrema azia e má disposição a outros. As expressões abordadas este mês não são para estômagos fracos. Se é o caso, mais vale não continuar a ler. Por outro lado, e como bom português que é, depois de ler esta frase é bem provável que continue a seguir estas linhas para matar a curiosidade. Fica o aviso.
Comecemos então pela Cream Pie. Em português significa tarte cremosa ou de natas. Neste caso, não é tarte é mais rolo e não é natas é mais… bom pode ficar a saber tudo na maravilhosa obra cinematográfica “Leitinho em Combustão Interna” ou, claro, em sites específicos como creampie.com, creampiesluts.com ou o meu preferido girlsgotcream.com. No fundo, esta técnica até se assemelha um pouco à produção de uma tarte de natas, em que basicamente o homem/pasteleiro esvazia a sua seringa na tarte, que é a senhora.
Uma modalidade semelhante a outra inventada pelos reis da badalhoquice, os japoneses. Povo com metro e meio de altura que tanto lhes dá para o Zen e artes marciais como vomitarem para cima um dos outros… mas sempre com o mesmo sorriso. Foram estes tarados de olhos em bico que deram origem ao termo Bukkake, cuja a melhor tradução pode ser “espirrar água”. Mais uma vez, espirra sim senhor… mas não é água.
Para além de esclarecer dúvidas, o Google conseguiu mostrar-nos que, para a maioria, existem questões mais importantes do que outras. No outro dia, enquanto fazia uma busca, escrevi a palavra "como" e as primeiras quatro sugestões, que surgem pelo maior número de buscas, eram:
-Como engravidar -Como emagrecer -Como perder a barriga
E quarta? COMO FAZER UM BROCHE!
A quarta pesquisa mais feita era como fazer um broche, curiosamente a quinta era COMO SE BEIJA. Analisando as prioridades levantam-se aqui muitas questões como: Há pessoas que sabem fazer um broche, mas não sabem emagrecer ou engravidar. Ou que se calhar até misturam os temas e acreditam que podem emagrecer fazendo um broche.
Segundo a pesquisa, há pessoas que sabem beijar no dito de um gajo, mas têm algumas dificuldades em saber como se beija na boca. A oitava sugestão da pesquisa era "como fazer dinheiro", o que me leva a crer que ainda há muitas pessoas que ao saberem como fazer um broche ficam automaticamente habilitadas a saber como fazer dinheiro.
A décima e última sugestão passava por "como fazer um currículo", ora quem sabe fazer um broche tem a forte possibilidade de isso vir a ser o seu currículo. Há patrões que vêem nisso uma óptima carta de recomendações.
No entanto, há ainda quem aprecie as Granny, que se traduz por Avózinha. Uma categoria proíbida para quem tem problemas de estômago já que implica ver imagens de mulheres cujas as peles do traseiro parecem uma persiana e os mamilos podem ser acariciados… no joelho.
Não confundir Granny com Tranny, se quer apanhar um susto ainda maior. Imagine a cara de uma mulher lindissima… a câmara desce mais um pouco e um peito fabuloso… a câmara desce mais um pouco e 20 cm que não deveriam estar ali.
Dentro das mais variadas categorias, surge ainda o termo Gang Bang, uma espécie de orgia mas bem mais badalhoca e com muito mais gente. Um conceito que surgiu no início dos anos 90 e imortalizada por Annabel Chong que, em 1995, teve 251 relações sexuais com 70 homens, num período de dez horas. De referir que antes desta proeza, Annabel Chong não tinha os olhos em bico.
No entanto, já se seguiram outras mulheres bem mais porcalhonas que cometeram a mesma proeza em 24 horas, comoMarianna Rokita (759 homens), Lisa Sparxxx (919) ou a super Sabrina Johnson, que esteve com dois mil homens em dois dias… quase o mesmo ritmo de Nereida Gallardo.
Por fim, entre tanta esquisitez, surgem os videos e imagens de Footjob. Provavelmente é isso mesmo que está a pensar. Cenas em que homens e mulheres se entregam aos prazeres dos pés. Portanto, se alguma vez teve o fetiche de lamber os pés a uma prostituta ou actriz porno este é o seu mundo. É uma categoria dois em um, porque quem mordisca unhas não só está a ter prazer como um snack para matar a fome.
Esta é uma categoria onde literamente se mete os pés pelas mãos, já que não são raras as cenas de masturbação e sexo com aquilo que geralmente usamos para andar. Esta é uma categoria onde poderia ter algum sucesso. Afinal calçar o 47 sempre pode servir para alguma coisa.
Não é raro é acontecer. Ainda a semana passada a minha avó me perguntou: “Como é que sabes tanto sobre pornografia?”. A resposta é simples. Fui exposto, pela primeira vez, ao fantástico mundo do sexo gráfico em 1986, na tenra idade de seis anos. Enquanto uns jogavam ao berlinde eu… jogava ao berlinde.
Desde então, tenho acumulado inúmeros conceitos, nomes de actrizes, sites, categorias, posições, sites, técnicas, teorias e alguns sites. O leitor comum da Maxmen já conhecerá grande parte dos termos e considerações, mas é sempre bom recordar a matéria. Aliás, a pornografia é a única disciplina onde todos procuram ir à oral.
Exploremos este mês algumas categorias de video que fazem o deleite de milhões de tarados. Qualquer site porno que se preze (como Youporn, Redtube, Sextube, Porn.com, Bravoteens.com …) está organizado por categorias e ainda há algumas que suscitam dúvidas como Milf e Soccermom. Milf significa, literalmente, Mother I’d Like to Fuck e surgiu no fim dos anos 90. É uma categoria onde se incluem as mães entre os 35 e 55 anos que ainda estão aí para as curvas. Mães taradas e apaixonadas por jovens canalizadores, carpinteiros ou tratadores de piscinas. Em bom português, Milf pode ter a designação de MOQA, Mãe Ordinária Que Abocanha.
Difere um pouco de Soccermom, que se caracteriza por uma mãe boazona, mas com um filho pequeno que requer a sua atenção, que tem ainda de levar à escola ou, lá está, aos treinos do futebol. Recorrendo a exemplos, a Cláudia Jacques ou a Cristina Areia são, claramente, MILF’s ou MOQAs, enquanto Catarina Furtado ou Bárbara Guimarães ainda estarão na categoria Soccermom. Depois há outras mulheres mais velhas que estão na categorias “fod#-$%! Qu’é isto?!”. (continua em 2010)