Ora os próximos espectáculos onde entra o Raminhos (e provavelmente Carlos Moura e Pedro Ribeiro) são:
24/3– Auditório Nobre da E. Superior de Ciências Empresariais – Setúbal - 22h30 31/3– Auditório Municipal - Vendas Novas – 21:30 29/4 – Cine-Teatro Castro Verde 18 e 19 de Maio – Cinema São Jorge – Lisboa – 22:00
No entanto, existem outras maneiras muito divertidas de ver pela última vez uma mulher. Duas dessas formas são o Cilindro de Cleveland e o Virode. Comecemos pelo Cilindro de Cleveland, que pode ser obviamente adaptado a qualquer outra localidade sendo a minha preferida o Cilindro de Fornos de Algodres.
Para os mais distraídos, o cilindro é aquela máquina que compressa, por exemplo, o alcatrão de uma estrada. Do ponto de vista sexual, também compressa mas não é o alcatrão. Curto e grosso, o Cilindro de Cleveland passa por defecar no peito do companheiro/a e, antes que este tenha sequer hipóteses de desistir da ideia, sentar-se em cima do peito e deslizar como um rolo compressor. Sim, o Cilindro de Cleveland existe mesmo e, por estas e por outras, a partir de agora, desconfie sempre que o seu companheiro disser que quer brincar aos homens das obras.
Já o Virode é algo bem mais agradável e exclusivamente aplicado por homens. Se já alguma vez se veio e se já alguma vez viu um bigode então está habilitado a experimentar um Virode. Esta é uma técnica que passa por, na altura da ejaculação, o homem fazer pontaria para o lábio superior da sua companheira criando assim um simpático bigode. Resumindo, é aquilo que muita gente já fez a beber um copo de leite… ou pelos dizia que era leite. Se há uns que só conseguem imitar o Hitler, outros metem o Artur Jorge a um canto. Que diacho! Entusiasmam-se e vão logo para o Pai Natal completo.
O reino animal, no seu todo, é uma forte componente no mundo pornográfico e a prová-lo está a tartaruga de três olhos. Qual documentário do National Geographic, a tartaruga de três olhos não está em vias de extinção nem escondida no meio dos arbustos. Para aplicar esta fantástica técnica basta, enquanto está na cama com a sua companheira, tapar-lhe todos os oríficios. Como? Ora bem, o polegar no anús, os dedos na vagina, o pénis na boca e voilá. É importante que não se engane e não tape, por exemplo, o nariz em vez da vagina, que é fantástica mas ainda não tem ligação directa aos pulmões. Depois deste terceio volume, se for um artista a sério, nesse mesmo momento consegue ainda aplicar o Virode, vestir a roupa de homens das obras e apanhar o Cilindro de Fornos de Algodres a tempo de ir jantar ao Y.
Da tartaruga de três olhos ao Cilindro de Fornos de Algodres
Há ainda quem pense que a pornografia se baseia numa relação sexual televisionada entre homem e mulher, uma mulher e uma mulher, dois homens, dois homens e uma mulher, duas mulheres e um homem, um mulher e um cavalo e por ai adiante. Está errado. O Pequeno dicionário da pornografia veio provar que este é um mundo rico, sobretudo em fluídos.
Por isso mesmo, o terceiro volume desta obra vai levar o leitor até uma nova dimensão: a das expressões sui generis, que lhe permitirão brilhar entre os seus amigos com um vocabulário sexual acima da média e que faz o Acordo Ortográfico parecer uma coisa de professores da primária.
Comecemos por uma ida ao restaurante. Se é daqueles que tem amigos que gostam de vangloriar-se dizendo que foram jantar a um espaço chique ou a uma discoteca da moda, diga-lhes simplesmente que, enquanto eles estiveram na zona vip da discoteca W, você foi “jantar ao Y”. Mais, confidencie-lhes que no Y as entradas, prato principal e sobremesa vêm no mesmo prato. Porquê? Porque jantar no Y é, nada mais nada menos, do que sexo oral numa mulher. A única diferença para um restaurante a sério é que não tem um empregado para chamar e dizer que encontrou uma mosca no prato.
Se é fã de desenhos animados deve lembrar-se bem do pica-pau e agora pode voltar a recordar esses tempos de infância. Aliás, deve ser essa a única desculpa plausível para usar esta técnica. O pica-pau pode ser aplicado quando a mulher está carinhosamente a sugar os testículos e o homem resolve pegar no seu instrumento e começar a bater-lhe na testa. Há relatos mesmo de mulheres com a testa furada qual pinheiro do bosque. O ideal é quando estiver a fazer isto imite também o riso do pica-pau dos desenhos animados. Depois disto, provavelmente será a última vez que vai ver essa mulher, mas ficará com uma bela recordação. Se for dado à música vá fazendo uns ritmos, se a cabeça dela for oca proporcionará uns sons engraçados.
Para quem pensa que já se viu de tudo na net, ora aí está um site original: http://awkwardfamilyphotos.com/ Um site dedicado a fotografias familiares peculiares, estranhas ou simplesmente estúpidas. Vale a pena explorar e aqui fica um aperitivo:
Com pouco tempo para andar por aqui, mas ainda assim vale a pena referir a nova aventura de um amigo arquitecto que abriu um atelier, de seu nome Largo (nos Açores), e que usa uma imagem sui generis.