12/07/2009

O gajo é bom... mas não me dá a mesma tesão


Está quase! Lost Final Season

Lost é daquelas séries que não prende toda a gente. Quem quer um enredo certinho e com um propósito já há muito que deixou de ver esta produção de J.J. Abrams. Agora sempre gostei daquelas séries onde de dois em dois minutos estou a dizer "hã?! Mas... o que... então... o outro não era...ah!" E digo sempre esta mesma frase.

Lost regressa em Fevereiro para a 6 e última temporada. No fim da 5.ª as coisas começaram a fazer um pouco mais de sentido e a grande dúvida é se o fim vai ser bombástico ou uma bela merda. De qualquer modo... quero saber!



12/04/2009

Muito bom pá!

Vindo directamente do blog do meu amigo Nuno uma homenagem dos marretas aos Queen.

12/01/2009

É esta semana malta! E com convidado especial!

Eles estão de regresso e para uma sessão dupla
António Raminhos, Pedro Ribeiro e Carlos Moura no dia 4 de Dezembro no Auditório Carlos Paredes, pelas 22 horas e com novos textos!
Dia 4 de Dezembro | 22h | 7€ (descontos para jovens e > 65)

Reservas
: Henrique Moreira 965 839 324 // henriquemvmoreira@gmail.com

e dia 5 de Dezembro no Teatro Independente de Oeiras com um convidado especial: Luís Filipe Borges acompanha a Trupe d'Elite no Novo Espaço, como já vai sendo tradição...


Dia 5 de Dezembro | 22h | 8€ e 5€ (<> 65)

Reservas: 213.020.003 ou bilheteira.tio@gmail.com

11/27/2009

continuação... do post anterior

Há coisas que nunca serão perceptíveis. Por exemplo, namorei seis meses com uma mulher e… a notícia era esta. Mas durante esses seis meses, decidimos não ter sexo, porque o sexo não é tudo na vida. E, realmente, esses seis meses foram, sem dúvida alguma, os piores da minha vida. Porque o que apimenta uma relação são as discussões.É no auge das discussões que as feromonas e a adrenalina estão ao rubro e é no pico da zanga que se dá o melhor sexo… o da reconciliação. Com esta mulher discutiamos, discutiamos, discutiamos e no pico da troca de palavras… lá tinha que me fechar sozinho na casa de banho.

As mulheres desconfiam que os homens andam sempre a olhar para outras mulheres e isso é das piores acusações que se podem fazer… mas é verdade. Para poder dar a volta a esta questão é preciso colocar em prática o esquema da desvalorização pessoal. O truque passa por olhar para a outra mulher e desvalorizá-la completamente. O casal vai a passear, o homem vê a mulher perfeita, a namorada olha para ele e diz “estás a olhar para ela?” e o que deve dizer-se nesta altura é: “Estou… e deixa-me dizer que é um vergonha! Para quê aqueles seios tão empinados e direitos? E aqueles bicos, que ainda fura a vista a alguém! Prefiro muito mais as tuas, assim grandes e poupo muito mais tempo porque com um só beijo consigo beijar as tuas mamas e o teu umbigo”.

São pequenos esquemas que se vão aprendendo ao longo dos tempos, mas ainda assim a comunicação falha de tempos a tempos. A minha namorada quer agora experimentar pequenos papéis durante o sexo. Fazer teatrinhos. Aceitei. Pediu-me para fazer de ladrão, que seria excitante. E eu fiz. Ela vestiu uma lingerie e deitou-se na cama. Enfiei uma meia na cabeça, entrei pela janela, fui ter com ela, dei-lhe um murro nos cornos e roubei o DVD. Há seis meses que não apareço em casa.

11/25/2009

Como agir perante uma mulher…ou não. Parte I

Segundo o compêndio Ethnologue, existem no mundo quase sete mil idiomas. O que não deixa de ser impressionante é como, ainda assim, em qualquer ponto do globo, a maior parte dos homens continua sem perceber o que uma mulher quer dizer.

A mulher fala um idioma específico. Se no Mandarim uma determinada entoação retira o significado à palavra, no “feminês” a entoação a mais retira-nos o baço ou o fémur graças à jarra atirada violentamente. Há expressões que, no fundo, são ofensas graves como “tem calma”.

Dizer a uma mulher “tem calma” é provocar-lhe uma reacção semelhante a: “mas tenho calma porquê? Não me posso irritar? É isso? Também tenho direito a dizer o que penso, também tenho direito a exprimir a minha vontade”. Perante isto, um homem cala-se… e é então que se dá o choque:” Então não dizes nada porquê? Não me sabes acalmar? Nunca me apoias, nem me ajudas quando me vês assim”.

A melhor solução seria aquela aplicada há milénios pelo Homem de Neandertal e que passa por dar-lhe uma marretada na cabeça e ir à caça. No entanto, como se sabe, os tempos evoluíram, as relações, os direitos também e já não se vendem marretas daquelas.

A comunicação não se prende apenas com o idioma. É difícil saber o que uma mulher quer. Porque se um homem diz aquilo que pretende, uma mulher procura mostrá-lo através de um sorriso que fez em 1995 ou de um suspiro que deu quando já estávamos a dormir.