12/04/2009
12/02/2009
12/01/2009
É esta semana malta! E com convidado especial!
António Raminhos, Pedro Ribeiro e Carlos Moura no dia 4 de Dezembro no Auditório Carlos Paredes, pelas 22 horas e com novos textos!
Dia 4 de Dezembro | 22h | 7€ (descontos para jovens e > 65)
Reservas: Henrique Moreira 965 839 324 // henriquemvmoreira@gmail.com
e dia 5 de Dezembro no Teatro Independente de Oeiras com um convidado especial: Luís Filipe Borges acompanha a Trupe d'Elite no Novo Espaço, como já vai sendo tradição...
Dia 5 de Dezembro | 22h | 8€ e 5€ (<> 65)
Reservas: 213.020.003 ou bilheteira.tio@gmail.com
11/27/2009
continuação... do post anterior
As mulheres desconfiam que os homens andam sempre a olhar para outras mulheres e isso é das piores acusações que se podem fazer… mas é verdade. Para poder dar a volta a esta questão é preciso colocar em prática o esquema da desvalorização pessoal. O truque passa por olhar para a outra mulher e desvalorizá-la completamente. O casal vai a passear, o homem vê a mulher perfeita, a namorada olha para ele e diz “estás a olhar para ela?” e o que deve dizer-se nesta altura é: “Estou… e deixa-me dizer que é um vergonha! Para quê aqueles seios tão empinados e direitos? E aqueles bicos, que ainda fura a vista a alguém! Prefiro muito mais as tuas, assim grandes e poupo muito mais tempo porque com um só beijo consigo beijar as tuas mamas e o teu umbigo”.
São pequenos esquemas que se vão aprendendo ao longo dos tempos, mas ainda assim a comunicação falha de tempos a tempos. A minha namorada quer agora experimentar pequenos papéis durante o sexo. Fazer teatrinhos. Aceitei. Pediu-me para fazer de ladrão, que seria excitante. E eu fiz. Ela vestiu uma lingerie e deitou-se na cama. Enfiei uma meia na cabeça, entrei pela janela, fui ter com ela, dei-lhe um murro nos cornos e roubei o DVD. Há seis meses que não apareço em casa.
11/25/2009
Como agir perante uma mulher…ou não. Parte I
Segundo o compêndio Ethnologue, existem no mundo quase sete mil idiomas. O que não deixa de ser impressionante é como, ainda assim, em qualquer ponto do globo, a maior parte dos homens continua sem perceber o que uma mulher quer dizer.
A mulher fala um idioma específico. Se no Mandarim uma determinada entoação retira o significado à palavra, no “feminês” a entoação a mais retira-nos o baço ou o fémur graças à jarra atirada violentamente. Há expressões que, no fundo, são ofensas graves como “tem calma”.
Dizer a uma mulher “tem calma” é provocar-lhe uma reacção semelhante a: “mas tenho calma porquê? Não me posso irritar? É isso? Também tenho direito a dizer o que penso, também tenho direito a exprimir a minha vontade”. Perante isto, um homem cala-se… e é então que se dá o choque:” Então não dizes nada porquê? Não me sabes acalmar? Nunca me apoias, nem me ajudas quando me vês assim”.
A melhor solução seria aquela aplicada há milénios pelo Homem de Neandertal e que passa por dar-lhe uma marretada na cabeça e ir à caça. No entanto, como se sabe, os tempos evoluíram, as relações, os direitos também e já não se vendem marretas daquelas.
A comunicação não se prende apenas com o idioma. É difícil saber o que uma mulher quer. Porque se um homem diz aquilo que pretende, uma mulher procura mostrá-lo através de um sorriso que fez em 1995 ou de um suspiro que deu quando já estávamos a dormir.
11/23/2009
Yes indeed!
A noite de Londres, principalmente à sexta-feira, é o mesmo que estar num enorme centro para Alcoólicos Anónimos, mas com o pormenor de que ninguém está em recuperação e ninguém faz questão de se manter anónimo. Então é vê-los aos gritos, deitados no meio da rua e vê-las praticamente despidas de meias rotas e vestido todo cagado.
E esse é outro pormenor engraçado. Todas as gajas andam produzidas até ao extremo, mas o que têm em maquilhagem falta-lhes em gosto. Vi uma chinesa que parecia uma boneca de porcelana com rosetas e uma inglesa que cometeu a proeza de ter todas as cores do arco-íris na roupa... acabando no cabelo.
Londres é, no entanto, uma cidade muito engraçada com locais carismáticos onde se respira o punk britânico e a cultura underground que lhe é tão característica. Os ingleses, pelo menos os que conheci, são gajos simpáticos, bons conversadores, mas convém ter o inglês ( e não o americano) apurado para conseguir apanhar quase tudo aquilo que dizem. Aqui ficam algumas fotos:






