9/08/2009

É que irrita mesmo...

Irrita-me aquelas miúdas que falam, falam, falam e não se calam. Que têm a mania de usar expressões em inglês tipo "whatever" ou "oh my god"... o que é estranho porque a maior parte delas não tem a quarta classe.

Cheias de penduricalhos como ursinhos, anéis, colares e pulseiras de festivais que aconteceram há dez anos. Quem tem orgulho em dizer que esteve no Avante 98? Eu vi duas raparigas assim no hospital e o principal atributo não era serem rebeldes e fora-da-lei , mas o que chamava a atenção era que cada uma delas pesava mais de 200 quilos. Eram mesmo fora-da-lei porque não cabiam dentro dela. Uma delas estava grávida e tenho cá para mim que quando chegou à consulta o feto disse: quero abortar.

9/04/2009

E agora algo completamente diferente...

É considerada a obra mais famosa de Ravel e foi construída sobre um único movimento. Tem o mesmo andamento durante, neste caso 6.57 minutos, mas acho que o original tem mais. Para mim é uma das grandes obras da música clássica europeia.





Já por outro lado. Tim Minchin é músico, compositor, tem pinta de maestro (também é capaz de o ser) e é um comediante do caraças.

8/28/2009

Afinal este é que é

Afinal não foi o video da Manuela Moura Guedes que me levou a perder a herança. Foi este:

8/27/2009

Seinfeld... XXX

Quando se pensa que já se viu de tudo no mundo da pornografia, há sempre algo de novo... e desta vez até tem piada. Então não é que há uma produtora que deu em fazer versões porno de séries conhecidas? De quem, por exemplo? Ora do... Seinfeld!




Existem versões ainda do Friends, The Office, está a sair a dos X-Files (que a Fox tenta impedir) e a do Scrubs (aka Médicos e Estagiários). Podem ver aqui a entrevista do Zach no Jimmy Kimmel a gozar com a situação. Vale a pena.


8/25/2009

Dr. Jekyll and Mr. Hyde

Um trabalho de caracterização feito em tempo recorde para o 5 para a Meia-Noite.



Continuação da tese escatológica

Pior de tudo, é quando se tem de usar uma casa-de-banho pública para defecar. Há quem se despeça da família antes porque há a certeza de que se vai apanhar uma doença qualquer, provavelmente mortal. Para além disso, há um factor de vergonha inerente. Quando se está no urinol, está-se a urinar, mas quando se está fechado no pequeno compartimento com a porta a dizer ocupado ou a ver-se os pezinhos lá por baixo toda a gente sabe o que se passa e o pensamento é inevitável: “aquele gajo está a cagar.”

Estar a obrar numa casa de banho pública é como estar no banco dos réus, porque toda a gente que entra vai julgar-nos. Não há vergonha maior do que estar a tentar passar despercebido e não evitar um gás que se solta, o som “ploc” do dito a entrar na água… tudo isto aliado a um esforço brutal nas pernas para não sentar o rabo num tampo tão livre de germes como a boca de uma prostituta.
Depois há dois pormenores muito estranhos. O primeiro prende-se com o facto de que muitas destas pequenas divisões têm o trinco estragado, o que me leva a crer que é o super-homem que anda por aqueles locais já que é a única pessoa que dá uma bufa e implode tudo em seu redor.
Segundo, as casas-de-banho públicas não têm piaçabas e isso ainda é mais preocupante. Como é que se resolve a situação quando se entope a sanita e, pior, porque é que não há piaçabas? Quem é o tarado que anda percorrer os sanitários deste país a fazer colecção! Provavelmente será o mesmo que mija e não lava as mãos.

8/24/2009

Pronto... ok.

Tenho-me desleixado um pouco com o blogue porque isto não há tempo para nada! Mas pronto vou voltar com mais frequência e para abrir o apetite (ou não) aqui fica uma pequena dissertação escatológica, mas que ainda assim parece-me pertinente.
Porque é os homens utilizam as casas de banho públicas. Admiro muito o Papa, admiro o Gandhi, admiro os homens que fizeram o 25 de Abril, mas admiro ainda mais quem tem coragem para, por exemplo, cagar numa casa de banho pública. Primeiro vamos a uma análise fria. Entrar numa casa-de-banho pública masculina é quase como entrar num filme sobre o fim do mundo ou uma guerra biológica onde toda a gente tem de andar de fato de protecção química.

Geralmente composta por três urinóis e quatro “defecatórios”, a casa-de-banho pública masculina guarda os vestígios de ADN dos homens que por ali passaram nos últimos 25 anos, provavelmente dia em que foi limpa pela última vez. Por muito incrível que pareça, existem ainda vários homens que vão à casa-de-banho e a seguir não lavam as mãos usando o maravilhoso argumento de: “para quê? Eu não mijei para as mãos?”

Exacto, mas pelo cheiro que emana nestes locais públicos dá a sensação que não só não mijaram para as mãos como também não mijarem para os urinóis. Fica a ideia de que se limitam a entrar e a urinar feitos malucos para as paredes como que a marcar território, como se alguém entrasse para logo depois: dizer “olha, já cá esteve o meu tio”. Cheguei a ver um homem bem vestido entrar na casa-de-banho, urinar e quando vai sair, sem lavar as mãos, volta para trás. O que me levou a pensar “sim senhor, afinal ia distraído” e realmente ia distraído porque se tinha esquecido de pentear os seus longos cabelos brilhantinados.