Hoje fui fazer a reserva do cativo para o Estádio da Luz. Cheguei às 9h30 (hora de abertura) e já tinha 79 pessoas à minha frente! Tal e qual as Finanças com a diferença de que aqui toda a gente estava bem disposta e ainda sorria na altura de pagar. Ah, fiquei num bom lugar: bancada Meo, Sector 22, piso 3 superior... um bom local para insultar os jogadores. É preciso é projectar bem a voz.
7/17/2008
7/11/2008
Provavelmente o maior... erro do mundo
Agora resolvi "alistar-me" de novo. Mais! Assumi a loucura de comprar um lugar cativo! Dinheiro mal empregue, dizem uns, parvoíce absoluta... digo eu. Mas ser do Benfica é isto. É gritar por cada lance perdido, é barafustar por cada golo falhado (mesmo quando o adversário é o Barcelona ou o Manchester United), é ficar em êxtase com uma vitória frente ao FC Porto ou Sporting e é, inevitavelmente, chamar "Luisinha" ao Nuno Gomes.
Os adeptos de outros clubes não percebem esta loucura simplesmente porque, a maior parte, não procura viver as alegrias do seu próprio clube e prefere as desgraças do Benfica. Como sempre ouvi dizer, só há dois clubes em Portugal: o Benfica... e o anti-Benfica. Felizmente pertenço ao primeiro... para o bem e para o mal!
7/10/2008
Apoio e carinho
O Pedro Miguel Ribeiro não gosta que diga às pessoas que ele aparece na RTP Memória... mas aparece. Agora podemos todos confrontá-lo com o seu passado no blog: http://aovivoeasoro.blogspot.com/
7/09/2008
Ena! Ena!
Descobri recentemente que existe, em alguns homens (quase todos), um ódio visceral à Anatomia de Grey. Como tal, a ShirtUp! (ou seja eu e o Vasco Correia) desenvolveu este modelo para se exibir orgulhosamente e, se possível, com a mesma cara de parvo. Curiosamente, é a primeira t-shirt minha que mandei vir... dois meses depois de iniciar esta experiência-o que demonstra a confiança na empresa! Trabalham bem os senhores! Demorou apenas um dia a chegar e têm uma qualidade acima da média. E não... não ganho rios, nem riachos, de dinheiro com esta brincadeira... mas é giro! Há muitos modelos e cores à escolha.
Fica aqui outra, para os fãs do Family Guy:
7/03/2008
Este mês na Maxmen... uma coisa totalmente diferente!
Este mês decidi falar sobre esse ícone da televisão e rádio portuguesa- e que não foi descoberto por Júlio Isidro- Fernando Alvim, também ele colaborador da mui nobre revista "Maxmen".
Alvim ou a evolução da espécie
Julho é tempo de calor e, como tal, pensei em preparar uma prosa em torno da tribo feminina Kwazulu-Natal Fimbé e o modo como depilam os testículos dos maridos com cascas de ameijoa e dentes de piranha. Um tema, deveras, interessante, mas que rapidamente perdeu a sua projecção quando o caro Fernando Alvim me comunicou que iria começar a escrever para a Maxmen. Fiquei satisfeito pela boa nova do Alvim, pelo simples facto de que assim deixarei de ser o único a receber cartas do director a dizer que estou a baixar demasiado o nível.
Lembro-me perfeitamente desse momento único, quando me revelou que iria virar escriba da Maxmen. Estava numa discoteca da noite lisboeta quando, qual Dom Sebastião, Fernando Alvim aparece envolto em nevoeiro, de olhar aguçado, para dizer:
- Olá Raminhos pá! Olha vou ser ter colega na Maxmen.... uhahahahahah! Desaparecendo, logo em seguida, aos galopes pelo meio das pessoas, o que me deixou preocupado. Não pelo facto de andar a galope e com riso histérico, porque isso é normal no Fernando Alvim, mas porque fiquei a pensar: Que tipo de trabalho irá este cabr.. este ícone da comunicação social fazer para a Maxmen? No dia seguinte, lá me explicou que iria ter uma rúbrica com entrevistas de qualidade. O que me deixou bastante surpreendido pela postura extremamente profissional que Alvim estava a ter. Até que ele lá me explicou com maior exactidão: “Entrevistas com qualidade e, possivelmente, só com gajas boas”.
Ora, é a isto que se resume um bom colaborador da Maxmen e, consequentemente, um excelente ser humano. Trabalhar com qualidade sim, mas, possivelmente, só com gajas boas. É isso que se faz na Maxmen. Para quem não sabe, os colaboradores desta revista não são pagos com euros (isso é para burgo capitalista), mas com livres-trânsitos para as produções, vestiário e maquilhagem das meninas que todos os meses fazem capa. Aliás, eu próprio já fui convidado para ser fotógrafo da Maxmen, mas fui obrigado a desistir, porque geralmente disparava primeiro que a máquina.
A evolução da espécie humana pode, aliás, ser classificada do seguinte modo: Australopithecus, Homo habilis, Homo Erectus, Fernado Alvim. E repare que não é à toa que Fernando Alvim surge logo após ao Homo Erectus. Quem conhece Fernando Alvim rapidamente se apercebe que ele anda sempre rodeado de gajas boas e, muitas vezes, até de mães das gajas boas. E quando eu digo sempre... significa sempre. Se há quem tenha fruteiras em cima da mesa da sala de jantar, Fernando Alvim tem gajas... com o devido naprón por debaixo dos traseiros. O que leva a crer que Fernando Alvim é um rapaz extremamente saudável, já que tem fruta durante todo o ano. (continua na versão impressa em papel reciclado)
Foux de Fa Fa
The Flight of the Conchords. Já aqui tinha falado destes senhores da Nova Zelândia o que faz deles... novos zelandeses? Novos zelandios? Neozelões? Bom... este é mais um êxito destes senhores comediantes, uma bossa nova francesa ao melhor estilo, que fica no ouvido e até serve de inspiração para os mais românticos. Devem ser os únicos autores a utilizarem na mesma música palavras como passport, soup du jour, camembert, Jacques Cousteau, entre outras.
P.S.- Ah... neozelandeses pá! É isso.
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