Sejam muito bem vindos. Limpem os pés que a casinha ainda cheira a fresco! Esperemos que este estaminé tenha tanto ou mais sucesso que o outro. De preferência mais, já que o outro não foi grande coisa. Aqui vamos continuar a ter o mesmo: textos, vídeos, imagens... geralmente coisas sem muito nexo, mas que ainda assim poderão ter a sua piada. Também há música, mas podem sempre desligar o rádiozito. Em baixo está uma pequena biografia essencial para decidirem se querem voltar a este espaço ou não. Se já a tiverem lido é sempre bom ficar mais um aviso. Em jeito de presente de Natal, mais a baixo está a crónica de Janeiro da Maxmen. O tema, como normal, é porco e ordinário, mas ainda assim inquietante. Ah, já agora, digam o que acham da nova casa!
12/17/2007
12/16/2007
Afinal quem é António Raminhos?
Apesar de não ser interessante, aqui fica a sua história para quem ainda não a conhecia. António Raminhos nasceu no ano de Cristo de 1980, curiosamente, exactamente 38 anos e 152 dias depois de Eusébio e cinco anos e 142 dias antes de Cristiano Ronaldo. Não era o filho preferido de seus pais. A mãe queria uma menina, o pai um Mercedes 200 D, mas devido às ancas estreitas da mulher contentou-se com um rapaz. António Raminhos sempre foi um miúdo pacato. Não gostava de brincar com as outras crianças e preferia fazer os recados da mãe na mercearia da dona Almerinda. Gostava da forma como ela o encostava ao seu peito voluptuoso. Desde cedo que mostrou a sua queda para pensamentos idiotas e associações mentais ridículas, que lhe valeram o apelido de “o estúpido lá de casa”. Aos 18 anos entrou na faculdade, depois voltou a sair, até porque a porta não era aquela. Estudou jornalismo, foi redactor num jornal nacional, mas falar a verdade, ser sério e rigoroso não era com ele. Por isso dedicou-se ao humor… ou como ele chama “a tentativa de fazer piadolas”. À semelhança dos grandes génios também António Raminhos possui uma doença grave. Como a esquizofrenia já tinha sido ocupada pelo matemático John Nash, a surdez por Ludwig van Beethoven e uma doença degenerativa muscular por Stephen Hawking, António Raminhos ficou com o chamado TOC, Transtorno Obsessivo-Compulsivo. Uma doença que o leva a lavar as mãos exactamente 52 vezes por dia, a verificar 15 se o carro está fechado e a escrever este texto na terceira pessoa do singular. Ainda assim sobra-lhe tempo para para actuar em bares, escrever textos humorísticos e realizar sketches. Tudo na esperança de que um dia alguém lhe pegue e leve a sua história de vida até ao cinema para que se torne num sucesso ao nível do Harry Potter. Aliás, António Raminhos sonha que seja o jovem feiticeiro a interpretar o seu próprio papel… ou então Stallone. 12/13/2007
Na Maxmen... em Janeiro!
A masturbação excessiva existe?
Para os benfiquistas, os seis espetados ao Boavista foi muito? Não. Pronto, podíamos ficar por aqui e libertar assim o leitor mais rapidamente para a actividade que dá tema a esta crónica. Mas se a pergunta inicial parece ter assim uma resposta clara existem pequenas questões pendentes que precisam de ser esclarecidas.
Há quem diga que a masturbação excessiva existe e que causa problemas como a cegueira- o que pode ter alguma lógica porque, realmente, nunca vi um cego a masturbar-se. Tive um amigo que ficou cego. Há quem diga que foi de masturbar-se muito e quem diga que foi de ter lavado os olhos com lixívia depois de ter visto a Odete Santos nua numa revista. Qualquer que fosse a causa estavam ambas directamente relacionadas com a masturbação.
Há quem diga ainda que a masturbação excessiva causa outros problemas como crescimento de pêlos nas palmas das mãos (então é isso Tony Ramos!), esterilidade, impotência e, sobretudo, debilidade mental, o que leva a crer que a maior parte dos masturbadores compulsivos está na Assembleia da República.
No entanto, nunca sofri quaisquer sintomas, para além de enormes cãibras nos braços e mãos e alguns momentos de subnutrição, que rapidamente passaram após um prato de Nestum.
Estudos mais sérios revelam que a masturbação excessiva leva ao isolamento, o que é também uma enorme mentira, porque já vi muitos tarados a masturbarem-se na rua perante centenas de pessoas. “Então quer dizer que não há qualquer problema na masturbação?”, pergunta o estimado masturbador.
Há uma linha muito ténue a separar este campo. Por exemplo, é normal que o leitor da Maxmen se masturbe, já não será tão normal que se masturbe enquanto lê este texto. (continua na versão papel 2008)
Para os benfiquistas, os seis espetados ao Boavista foi muito? Não. Pronto, podíamos ficar por aqui e libertar assim o leitor mais rapidamente para a actividade que dá tema a esta crónica. Mas se a pergunta inicial parece ter assim uma resposta clara existem pequenas questões pendentes que precisam de ser esclarecidas.
Há quem diga que a masturbação excessiva existe e que causa problemas como a cegueira- o que pode ter alguma lógica porque, realmente, nunca vi um cego a masturbar-se. Tive um amigo que ficou cego. Há quem diga que foi de masturbar-se muito e quem diga que foi de ter lavado os olhos com lixívia depois de ter visto a Odete Santos nua numa revista. Qualquer que fosse a causa estavam ambas directamente relacionadas com a masturbação.
Há quem diga ainda que a masturbação excessiva causa outros problemas como crescimento de pêlos nas palmas das mãos (então é isso Tony Ramos!), esterilidade, impotência e, sobretudo, debilidade mental, o que leva a crer que a maior parte dos masturbadores compulsivos está na Assembleia da República.
No entanto, nunca sofri quaisquer sintomas, para além de enormes cãibras nos braços e mãos e alguns momentos de subnutrição, que rapidamente passaram após um prato de Nestum.
Estudos mais sérios revelam que a masturbação excessiva leva ao isolamento, o que é também uma enorme mentira, porque já vi muitos tarados a masturbarem-se na rua perante centenas de pessoas. “Então quer dizer que não há qualquer problema na masturbação?”, pergunta o estimado masturbador.
Há uma linha muito ténue a separar este campo. Por exemplo, é normal que o leitor da Maxmen se masturbe, já não será tão normal que se masturbe enquanto lê este texto. (continua na versão papel 2008)
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